30 novembro 2016

Pão recheado com queijo

Já tinha ouvido falar de pão recheado com queijo pela minha amiga Filipa, mas a receita ficou por partilhar e nunca experimentei. Ela falava que era uma delícia. Por ironia do destino no último workshop aprendi finalmente a fazê-lo. Gostámos tanto que experimentei em casa. Haverá muitas outras versões, mas esta agradou-me bastante. Uma entrada para compor uma refeição ou um petisco para dividir com os amigos. Se arranjarem um pão maior basta colocarem mais queijo e linguiça e assim fica bem recheado :), e para um brilho final coloquem um fio de azeite no recheio nos últimos minutos de forno, que o vosso pão sairá maravilhoso. Conselho da Laranjinha! Amanhã partilho mais uma receita testada em casa e bem gulosa.

23 novembro 2016

Bifinhos enrolados de peru com molho 3 pimentas

A propósito do workshop que tive o privilégio de ganhar uma entrada dupla, já se começou a testar cá em casa receitas bem boas com a ajuda da Parmalat e o talento da "Laranjinha". São receitas simples e acessíveis a todos, mesmo para àqueles que não gostam de cozinhar. Fazem o tal "vistão" à mesa que não me canso de falar. Não é novidade para mim rechear bifes de peru, novilho ou frango, mas a verdade é que nunca me tinha passado pela cabeça fazer um molho de natas bem saboroso, por isso já tenho mais um prato para acrescentar à minha lista de coisas boas a fazer e repetir muitas vezes, e que não dão trabalho nenhum. Ficaram uma delícia, foi o que foi. A nossa companheira de bancada também já testou uma das sobremesas em casa, e o "mais-que-tudo" mal sabe ele que este domingo vou po-lo a fazer uma também. Malta nada de lhe irem contar, ok?

21 novembro 2016

Pá de porco com maçã e vinho do porto

O inverno convida a muita preguiça caseira e a outros programas de fim-de-semana fora do "ar livre", não vale mesmo a pena sofrermos de tédio nestes dias cinzentos. É claro que não é a minha estação favorita, prefiro as estações de transição, a primavera e o outono, mas tento aproveitar a parte boa. Há sempre um lado bom até nas coisas más, é só abrirmos o coração e deixá-las entrar. A receita de hoje é um simples assado, como já andam alguns pelo blogue. Este levou vinho do porto e ficou a assar lentamente no forno, para que eu pudesse estar na preguiça. Dá para muitas refeições, dá para congelar uma parte e dá para convidar a família que chega para todos. Vêem? Nem tudo é mau. Boa semana!


16 novembro 2016

Quiche de ricotta Galbani com truta salmonada fumada e espinafres

Já tenho alguém* a reclamar que quer novas receitas. A verdade é que continuo a cozinhar diariamente, mas os meus dias são preenchidos de outra forma. Vocês sabem como eu sou, pois já me vão conhecendo, quando a minha vida está tranquila e organizada eu tenho aquele Dom especial de a tornar num caos. Desta vez foi um caos que trouxe uma nova dinâmica à família e eu não lhe resisto. Chego a casa e já não vou logo para a cozinha. Fico tempos a fio a mimar aquela coisa peluda que anda lá por casa que me conquistou o coração dia após dia. Tenho feito algumas asneiras, e depois quando ele crescer vai ficar com a mania que manda lá em casa, mas enfim, confesso-me pecadora, não consigo mesmo resistir àqueles bigodes e àquelas orelhas descaídas... Mas vou tentar seguir os conselhos da Patrícia*, a rapariga mais simpática da rua onde trabalho que me atende sempre com um sorriso e boa disposição. Um exemplo a seguir para quem está no atendimento ao público, e é importante também elogiar o bom atendimento. Obrigada Patrícia! Pelos conselhos e pelo teu atendimento sempre tão disponível e especial.


10 novembro 2016

Lasanha de bacalhau, fiambre e espinafres

Lasanhas de qualquer coisa são todas boas. De carne à bolonhesa, de frango, só de legumes, de salmão e de bacalhau porque não? Sendo assim e porque tudo é possível, saí uma lasanha de bacalhau bem quentinha para levar à mesa para os meus dois amores. Se estava boa? Estava sim senhora! Vão provando e se gostarem eu já trago a receita.

08 novembro 2016

Farfalle (laços) com 3 pimentos, linguiça e mozzarella mini Galbani

Tenho pelo blogue muitas receitas com mozzarella. Adoro este queijo de sabor bem leve que pode compor muitos pratos com a sua simplicidade, mas claramente não envergonha a cozinheira. Estas bolinhas mini são a minha perdição. Acho que ficam um mimo no prato e confundem os distraídos com ovos de codorniz, e vocês sabem como eu gosto de enganá-los. Ontem foi o nosso jantar. Uma massa cheia de sabor envolvida no azeite aromatizado com o alho, os pimentos e a linguiça. Termina-se com a mozzarella e o cebolinho, e leva-se à mesa como sempre, como se de um prato especial se tratasse. Porque se foi feito com amor, será sempre um prato especial na minha opinião.


07 novembro 2016

Creme de alho francês com espinafres

Sopas e saladas fazem parte do meu menu durante o ano inteiro. Abre-se o frigorífico e desenha-se mentalmente a receita com os legumes que estão à mão. Um creme bem aveludado e simples para acompanhar os rolinhos de massa filo num dia ensolarado. Boa semana!

04 novembro 2016

Rolinhos de massa filo com frango e legumes (no forno)

Mais uns rolinhos bem fáceis de fazer que fizeram companhia a um creme de alho francês com espinafres, que em breve partilho. Hoje trago poucas palavras porque há dias assim, em que o silêncio nos controla mais que a fome de comunicar. Bom fim-de-semana!

02 novembro 2016

Rolinhos de folhas de arroz com frango, alface, couve-roxa, milho, pimento e cenoura

E se no meu último post falava de remodelações nas cozinhas, hoje falo do meu novo amor. E não pensem que não tem nada a ver, porque tem. Pois que ele pode roer tudo que não faz mal, depois virá uma cozinha nova.
Pensei muito antes de o ter. Foi uma "gravidez" bem planeada e com todos os medos e ansiedades normais para mim. Afinal desde que adoeci que tenho fobia a pêlos, a gatos e a cães. 
Queria agradar o "piolho" mas acabei por ser eu mesma surpreendida por sentimentos e emoções que julgava terem sido apagadas pelo tempo de menina.
Mal ele entrou pelo porta teci um conjunto de regras bem rígidas, afinal eu sou a líder da matilha. Não pode ir para o sofá, não pode entrar na cozinha, não pode sequer passar a entrada do meu quarto, também é melhor não ir para o quarto do miúdo por causa do chão de madeira, para o wc nem pensar e muito menos para a varanda com as minhas ervas aromáticas... Basicamente quis confinar o seu espaço a um hall, por sinal bem espaçoso. Pulgas e carraças, um horror, e assim nem pensar em tocar-lhe. Agora sim nunca mais ia criar laços com ele. Muitos telefonemas para as amigas e familiares, muitos telefonemas para o hospital veterinário e o assunto foi sendo resolvido. 
Dia após dia ansiei pela banhoca que quero dar-lhe, mas diz que não ainda posso. Fiz-lhe um plano de saúde para ter a certeza de lhe prestar todos os cuidados necessários. 
Cada dia foi sendo mais fácil, cada dia fui sendo conquistada por um amor incondicional que diziam por aí sobre os cães. Levei ralhetes por acordar todos os dias entre as 5 e as 6 da manhã porque ele chorava e eu não deveria sucumbir ao seu choro. Mas malta, eu sou a "mãe" dele e para mim era imperativo acordar para lhe dar comer e atenção, mesmo que não gostasse dos pêlos, das pulgas ou do seu cheiro. 
Bem, três semanas depois o resultado: continuo a acordar todos os dias muito cedo e nunca reclamo; alterei pormenores em casa para lhe dar conforto; dorme num puf enorme que era o meu sítio preferido para ver cinema em casa, e tem a sua manta a condizer; entra na cozinha  roí-me as franjas do tapete e os puxadores dos armários e eu não me ralo; entra na sala e adora o sofá; retirei os livros que estavam na lareira que é apenas decorativa e tem a sua manta lá para quando estamos na sala, além de outro puf se lhe apetecer estar virado para a televisão; entra no meu quarto e rouba-me as pantufas; já consigo tocar-lhe e pego-lhe ao colo e vemos os dois o dia nascer à janela da minha cozinha; morde-me os pés, as pernas, as mãos e lambuza-me toda enquanto o seu pequeno rabo preto de ponta branca abana loucamente; já conhece os avós e o tio que ajudam na sua educação e afins; já sabe o que é o jornal e quando lhe dizemos lá vai ele a abanar o cú para fazer as suas necessidades, e no fim, lá vou eu limpar-lhe as patas, a pilota e o rabiosque com os toalhetes; continuo a lavar as mãos sempre que lhe mexo porque ainda existe um medo em mim; continuo a dizer-lhe que não vejo a hora de lhe dar banho e misturar-lhe as manchas pretas com as brancas até ele ficar cinzento, aliás já tem o seu shampoo comprado; e para terminar continuo a sentir-me estúpida quando estou sozinha com ele e converso como se ele me compreendesse ou fosse responder... Estou a adorar sentir este amor... Será normal?
Como o tempo tem sido escasso, as receitas são a despachar. Cada um faz e compõe o seu rolinho à sua maneira, mesmo que não se tenha grande jeito para esta massa tão delicada.

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